quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Hulda


Hulda é um nome com significado polivalente. O nome pode ser considerado derivado no nórdico antigo que significa “Escondido, em segredo”, sendo o nome de uma feiticeira na mitologia nórdica.

Como um nome moderno, ele também pode derivar do sueco arcaico “huld”, que quer dizer “doce, amável”. Nesse caso, Huld e Ulla podem ser considerados variantes de Hulda.

Hulda foi uma profetiza mencionada no Antigo Testamento, que teria vivido durante o reinado de Josias, de Judá. O seu nome, possivelmente, significa “Duração da vida”, “Sistema de coisas” ou “espálace”. No hebraico bíblico seu nome é transcrito como Chuldah.

Como uma importante personalidade portadora do nome podemos citar Hulda Garborg (Bergersen de família, nasceu a 22 de Fevereiro de 1862 – faleceu a 5 de Novembro de 1934) foi uma escritora, romancista, dramaturga, poetisa, dançarina de Dança folclórica e encenadora de teatro norueguesa. Foi casada com Arne Garborg e é atualmente talvez mais conhecida pelo avivar do interesse na tradição bunad.


Num tempo mais recente, podemos lembrar de Hulda Bittencourt (Santa Cruz Do Rio Pardo, São Paulo, 28 de julho de 1934) é uma bailarina e coreógrafa brasileira.

Entendo Hulda como um nome muito, mas muito forte. Ele é tão forte e carregado de mistérios que chega a ser até pesado para um ser humano portar. Uma mulher chamada Hulda para mim,  só pode ser uma pessoa guerreira, competente, eficiente e muito importante na história e espaço onde viveu ou viverá. 

É o nome de uma deusa, de uma divindade, de uma bruxa, de algo místico e muito poderoso. Por ser tão forte, lembra mais uma vilã do que uma heroína, mas uma Hulda pode se encaixar muito bem em qualquer dos dois papéis. 



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