sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Filipa




Filipa é a forma portuguesa e espanhola feminina do nome Filipe. O significado se dá a partir do nome grego Φιλιππος (Philippos) que significa "amigo dos cavalos", composto pelos elementos φιλος (philos) "amigo, amante" e "ιππος (hippos)" cavalo ".



Na Grécia antiga, a propriedade de cavalos era disponível somente à pessoas ricas o bastante para pagá-los. Portanto, "O que ama os cavalos" também pode ser entendido como "nobre".


Diminutivo: Filipina (polonês)

Formas masculinas: Filipe (Português), Felipe (Português (Brasil)), Filip (sérvio), Filip (croata), Filip (Polonês)


Outros idiomas: Philipa, Phillipa, Pippa (Inglês), Philippa (Inglês (Britânico)), Filipinas (francês), Philippa, Philippina (alemão), Filippa (grego), Filippa (italiano), Filippa (russo), Felipa (espanhol ), Filippa (sueco). 

Esse nome foi extremamente popular na década de 80 e 90 em  Portugal, sozinho e também em compostos. No Brasil, entretanto, nunca foi usado, constituindo-se portanto, em um nome raro, belo e original. 

Em São Paulo, de acordo com dados da Arpen/SP, nasceram 11 meninas chamadas Filipa em 2014. 

Como personalidades interessantes, podemos citar a fadista portuguesa Filipa Cardoso; Outra fadista portuguesa, Filipa Pais. Outra cantora portuguesa, embora de outro gênero musical, é Filipa Azevedo. 

Além disso, Filipa de Lencastre foi uma princesa inglesa da Casa de Lencastre, nascida em 1360 e falecida em 1415, que tornou-se Rainha Consorte de Portugal através de seu casamento com Dom João I, celebrado em 1387 na cidade do Porto.

Mas Filipa de Lencastre não é a única rainha a portar o nome. Filipa da Inglaterra, nascida na Inglaterra em 1394, foi Rainha da Dinamarca, Noruega e Suécia como esposa de Érico da Pomerânia, rei da União da Kalmar. Era a sétima filha do Rei Henrique IV da Inglaterra. 

Há ainda, a Rainha consorte da Inglaterra, Filipa de Hainault, nascida em 1314, esposa de Eduardo III da Inglaterra. Era filha de Guilherme I de Hainault. 

Filipa de Vilhena, morta em Lisboa, em 1651, foi a primeira e única Marquesa de Atouguia, nobre portuguesa que se tornou símbolo do patriotismo pelo seu país durante a Restauração da Independência. Sua história foi adaptada por Almeida Garrett em uma peça homônima, que contribuiu ainda mais para sua idealização. 



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