domingo, 30 de agosto de 2015

Fabíola

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Fabíola é um diminutivo italiano para Fábia. Foi o nome de uma Santa romana do século IV. Ele é derivado do sobrenome romano Fabius, que deriva da palavra “faba”, ou seja, “feijão”, ou talvez para português, “fava”.

Fabíola ou A Igreja das Catacumbas (no original inglês, Fabiola or, the Church of the Catacombs) é o título de um romance religioso do cardeal anglo-hispânico Nicholas Wiseman, publicado em 1854.

Fabíola da Bélgica (Madrid, 11 de Junho de 1928 — Laeken, 5 de Dezembro de 2014)1 foi a rainha consorte e viúva de Balduíno I da Bélgica, que reinou de 1951 até 1993 ano de sua morte. Com a morte de seu marido, o seu título mudou de rainha dos Belgas para rainha da Bélgica, mas o tratamento de Sua Majestade permaneceu.

Podemos citar ainda a Fabíola Molina, atleta brasileira de natação; e também Fabíola Reipert, jornalista brasileira, apresentadora de TV na Rede Record;

É um nome extremamente raro no Brasil: em 2014, segundo a Arpen/SP, em São Paulo foam registradas apenas 17 meninas chamadas Fabíola. Em Portugal, apenas uma Fabíola foi registrada em 2014.

Fabíola tem uma sonoridade diferenciada. A terminação em “ola” é diferente dos nomes femininos mais usuais, e por isso lhe confere criatividade, singularidade e movimento. Também passa a impressão de um nome alegre, ensolarado, iluminado. Qual  menina não gostaria de ter o nome já usado pela Rainha da Bélgica, uma elegante e discreta senhora da nobreza européia?


Além disso, apesar de raro e incomum, não é considerado pelos brasileiros como ultrapassado, datado, brega ou estranho. É um nome bem aceito pela maioria das pessoas. 



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