sexta-feira, 24 de julho de 2015

Frederica

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É a forma feminina de Frederico, cujo significado é “governante pacífico”, derivado de “frid” (paz) e “ric” (lei, poder).


Em inglês, há o diminutivo óbvio “Rica”, mas em português, embora Frederico vire Fred rapidinho, Frederica não tem um apelido evidente.  As formas masculinas mais conhecidas são Fred, Frederico, Freddie, Freddy, Frederick, Fredric, Fredrick.

Em outros idiomas, temos as seguintes variações de Frederica:

Outros idiomas: Frederikke Rikke (dinamarquês), Fredrika, Riika, Riikka (finlandês), Frédérique (francês), Friederike Frieda, Friede, Fritzi, Rike (Alemão) Friðrika (islandês), Federica (italiano), Fryderyka (polonês ), Fredrika, Rika (sueco).


Em Portugal, trata-se de um nome incomum: Apenas 15 meninas chamadas Frederica foram registradas em 2014. Mas  fato de ser desusado e infreqüente não quer dizer que seja mal aceito ou digno de estranhamento. Já no Brasil, faz um bom tempo que não temos notícias desse nome em nenhum ranking: nos dados da Arpen/SP (2014) não há nem sinal de Frederica.

Para mim, ele tem vários pontos positivos: Começar com F lhe empresta um tom medieval e nobre; A terminação “ica”, nesse caso, denota força e torna o nome atraente; Um nome longo – com 9 letras – sempre passará impressão de imponência e grandiosidade; É um nome que se basta sem complementos e ainda, não gera apelidos óbvios.

Além disso, é fantástico e incomum. Fantástico por que a história do nome e seu significado são arrebatadores e extraordinário por que a pessoa portadora do nome não vai ter que passar pelo inconveniente de ter 10 xarás em cada ambiente que freqüentar.

Foi um nome exaustivamente usado pela nobreza, veja os exemplos abaixo:

Frederica de Hanôver, batizada como Frederica Sofia Maria Henriqueta Amélia Teresa (Hanôver, 9 de janeiro de 1848 – Biarritz, 16 de outubro de 1926) foi a segunda filha, a primeira menina, do rei Jorge V de Hanôver e sua esposa Maria de Saxe-Altemburgo.

Frederica de Mecklemburgo-Strelitz (Frederica Luísa Carolina Sofia Carlota Alexandrina), (3 de março de 1778 - 29 de junho de 1841) foi duquesa de Cumberland e depois rainha de Hanôver, foi a consorte de Ernesto Augusto I de Hanôver, o quinto filho e oitava criança do rei Jorge III e da rainha Carlota.

Frederica Luísa de Hesse-Darmstadt (16 de outubro de 1751 - 25 de fevereiro de 1805) foi rainha consorte do Reino da Prússia como segunda esposa do rei Frederico Guilherme II.

Frederica Amália da Dinamarca (11 de abril de 1649 - 30 de outubro de 1704) foi a segunda filha do rei Frederico III da Dinamarca e de Sofia Amália de Brunsvique-Luneburgo, e duquesa de Holstein-Gottorp de 1667 a 1695 pelo seu casamento com o duque Cristiano Alberto de Holstein-Gottorp.

Foi ainda sustentado por Frederica Guilhermina da Prússia, Frederica de Hesse-Darmstadt, Frederica Carlota da Prússia, e mais algumas dúzias de nobres de sangue real da Prússia e arredores.



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