quarta-feira, 29 de julho de 2015

Faustine & Faustina

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Faustine é a forma feminina francesa de Faustinus, ao lado da forma feminina italiana, Faustina. Origina-se a partir do cognome romano Faustinus, derivado do nome Fausto, que significa “sortudo, auspicioso”.

Algumas personalidades interessantes chamadas Faustina/Faustine

Faustina, a Maior (em latim: Annia Galeria Faustina Major), também chamada de Faustina, a Velha ou Faustina I, foi uma imperatriz-consorte romana, esposa do imperador Antonino Pio.

Faustina, a Jovem (em latim: Annia Galeria Faustina Minor), também chamada de Faustina Menor (em latim: minor - "a jovem"), foi uma imperatriz-consorte romana, esposa do imperador Marco Aurélio. Ela era filha do imperador Antonino Pio e sua esposa Faustina Maior e, por isso, além de esposa era também prima pelo lado materno de Marco Aurélio.

Faustina foi uma imperatriz-consorte romana do oriente, terceira esposa do imperador Constâncio II.

Maria Faustina Maratta (Roma, 1679 – Roma, 1745) foi uma poetisa italiana do período barroco.

Faustina Bordoni (Veneza, 30 de março de 1697 – 4 de novembro de 1781) foi uma célebre mezzo-soprano do período barroco, tendo sido considerada uma das maiores divas da música operística de seu tempo.

Maria Faustyna Kowalska (Głogowiec, Łódź, 25 de agosto de 1905 — Cracóvia, 5 de outubro de 1938) foi uma freira e mística polaca. Atualmente é venerada como santa pela Igreja Católica, conhecida simplesmente por Santa Faustina.

Faustine parece o nome de alguém com fortes convicções. E aliás, alguém cujos pais eram pessoas de fortes convicções também, para ter personalidade o suficiente para sustentar essa escolha. O início em “Faus” e a terminação em “ina” denotam, na minha opinião, um peso desnecessário ao nome, por isso a preferência pela terminação “ine” que suaviza essa impressão.

Sendo assim, no meu entendimento, Faustine abranda, atenua, o peso de Faustina. Amortece bastante o som carregado e desajeitado do primeiro, e dá um ar mais jovial e moderno.

Entretanto, é lógico que essa é uma questão de opinião e quem tem apreço pela terminação "ina" com certeza irá discordar. 

É um nome que – por ser raro e incomum – sempre vai gerar resistências de pessoas com gostos triviais, mas vale a pena a persistência e as técnicas de persuasão. A mim, por exemplo, trata-se de um nome super sonoro e musical, agradável e interessante, e que se parece muito com um nome conhecido e aceitável no Brasil, Francine.

Ainda, lembra outro nome o qual aprecio bastante, que é Fantine, retirado do clássico Les Miserables.

Comparando Faustine com Francine e Fantine percebemos nitidamente que o nosso cérebro é embotado e lerdo para aceitar bem nomes – ou qualquer coisa – que nos são desconhecidas. Portanto, passar a amar Faustine com certeza é uma questão de tempo, de costume, de hábito.


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